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S. Valentim

por Teresa Power, em 14.02.14

Hoje é Dia dos Namorados. Cá em casa, procuramos ir conversando destes temas com os mais velhos, pois eles crescem mais depressa do que nos damos conta e não queremos deixar para depois o que deve ser tratado agora. Naturalmente, não sabemos como é que, um dia, eles vão viver o seu namoro e preparar-se para o matrimónio, se a isso forem chamados. Mas sabemos os valores e os ideais que lhes queremos propor.

Um desses ideais chama-se castidade. Quando, nas aulas de Educação Sexual, uso o termo castidade, os meus alunos olham-me com estranheza. Não porque tenham alguma coisa contra a castidade, mas porque nunca ouviram falar em tal. O que é isso? Explico-lhes que se trata de ser puro. Puro de coração, puro de mente, puro de corpo. Explico-lhes que se trata de ser verdadeiro, de não mentir com os nossos gestos íntimos. O corpo deve exprimir os desejos e os sonhos mais belos e mais sagrados. Isso é castidade.

Depois falo-lhes em saber esperar. Não podemos colher uma maçã antes dela estar madura, ou perderá todo o sabor. Amar é saber esperar pelo momento certo. E esse momento certo não é "quando eu sinto", como se diz por aí, mas quando a minha vida está preparada para acolher, na sua totalidade, uma outra vida, com tudo o que ela traz consigo, incluindo, naturalmente, a possibilidade de ser pai e de ser mãe.

 

Em Portugal, somos muito tímidos quando se trata de afirmar os nossos princípios cristãos em relação a determinados temas. O Niall, que não é português, vê neste nosso medo de nos expormos, um vestígio de salazarismo. Será? A verdade é que os cristãos portugueses apresentam mil e uma razões para não falar abertamente de temas considerados pouco modernos, como a castidade, a virgindade antes do casamento e similares.

E contudo, ser casto e ser virgem é hoje muito mais radical do que não o ser! Um jovem que queira ser verdadeiramente ousado, deve ter a coragem de se manter virgem até ao matrimónio. Que grandeza há em deixar-se levar pelos seus instintos e pelas pressões da sociedade? Queremos ser diferentes e radicais? Então o cristianismo oferece-nos um desafio à altura!

Se tiverem nove minutos, vale a pena, vale mesmo a pena, conhecer o testemunho de Crystalina Evert , gravado há uns anos atrás. Hoje, esta mulher americana tem seis filhos e continua, com o marido e uma corajosa equipa, a trabalhar com jovens sobre questões da sexualidade. Visionem este curto vídeo com os vossos filhos adolescentes e, se for o caso, com os vossos alunos. Que a Crystalina encoraje também os jovens portugueses a viver uma sexualidade bela e pura, e a testemunhá-la sem medo.

Feliz dia dos namorados!

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publicado às 08:50




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