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Parabéns, Lúcia!

por Teresa Power, em 02.10.14

Hoje a Lúcia faz seis anos! Que grande dia! Olhei para ela ontem à noite, quando lhe dei um beijo de boas noites. Sorrindo-me com o seu sorriso desdentado, as tranças trapalhonas na cabeça e um ursinho de peluche debaixo do braço, a Lúcia recordou-me:

- Amanhã quando acordar já estou mais crescida!

Claro que está. Muito mais crescida!

Recordo com nitidez o dia do seu nascimento e os primeiros meses da sua vida. Muito emotiva, a Lúcia alternava entre o choro e o riso várias vezes por dia e queria colinho a toda a hora, desejo que eu sempre realizei com muito agrado!

A Lúcia aprendeu a andar, a falar e a deixar a fralda muito cedo. Foi sempre uma menina muito independente, segura de si e confiante. Durante alguns anos, a Lúcia chorava baixinho e fazia birras difíceis de contornar, porque eram longos períodos de amuos silenciosos. Hoje, tudo isso está ultrapassado, e a Lúcia raramente perde o controlo de si própria. Gosta de brincar com as bonecas, mas ainda gosta mais de subir às árvores, patinar e andar de bicicleta:

 

 

 

 

Agora, a Lúcia é menina da primária e finalmente irá realizar o seu grande desejo de ir à catequese com os manos mais velhos. Na missa, também já perdeu o direito de andar a rodopiar pela igreja, pois aos seis anos é preciso aprender a estar quieta, concentrada e silenciosa. A Lúcia assumiu mais esse encargo com determinação, para grande alívio do pai, que agora já "só" precisa de vigiar e ralhar à Sara e ao António!

 

Hoje é dia dos santos anjos da guarda. No meu coração, ecoam as palavras bíblicas de bênção, com que peço ao Senhor a bênção para a minha menina:

 

"Nenhum mal te acontecerá,

nem a desgraça se aproximará da tua morada.

Porque o Senhor mandará aos seus anjos

que te guardem em todos os teus caminhos." (Sl 90/91)

Ámen!

 

 

 

 

 

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publicado às 06:51

História de uma Alma

por Teresa Power, em 01.10.14

Hoje é dia de Santa Teresinha do Menino Jesus, a minha padroeira. O Canto de Oração está mais florido, com as "rosas de Santa Teresinha", que crescem no nosso jardim em sua honra e estão sempre cobertas de flores nesta altura!

Conheci santa Teresinha com dez anos, através do livro Amor sem Fronteiras, de Januário dos Santos, e desde então a nossa amizade não parou de crescer. Um pouco mais tarde li pela primeira vez a História de Uma Alma, que depois reli vezes sem conta, e continuo a reler. Sorri quando o Papa Francisco, na viagem ao Rio de Janeiro, disse diante das câmaras que levava entre os seus objectos pessoais também um livro sobre Santa Teresinha. Quem não ama esta santa tão jovem, tão pura, tão bela e tão grande?

Mas não foi "apenas" a história de Santa Teresinha que conquistou o meu coração; foi também, e muito especialmente, a história dos seus pais e da sua família. Ainda antes de casar, comprei o livro História de Uma Família, sobre a família de Santa Teresinha, e tenho-o todo sublinhado e anotado, como se faz com um livro de estudo. A grande preocupação destes pais era a santidade dos seus filhos e um do outro. Nada no seu dia, nas suas decisões, nas suas escolhas - desde a escola das meninas à casa onde viver - foi deixado ao acaso! Zélia e Luís Guérin procuravam em tudo, mesmo tudo, a santificação da sua família. Sofreram muito, pois viram morrer quatro filhos, Zélia morreu de cancro da mama aos quarenta e cinco anos, e Luís sofreu de grave demência no final da sua vida. Mas nada os separou do amor de Deus. A esta família santa aplicam-se com justiça as palavras de Jesus:

 

"Todo aquele que escuta as minhas palavras e as põe em prática é como o homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, engrossaram os rios, sopraram os ventos contra aquela casa; mas não caiu, porque estava fundada sobre a rocha." (Mt 7, 24-25)

 

Santa Teresinha aprendeu pois a ser santa ao colo do pai e da mãe, que entretanto foram beatificados por Bento XVI a 19 de outubro de 2008. As relíquias deste casal de santos serão expostas à veneração dos fiéis durante o sínodo da família, como forte sinal de que as famílias cristãs são chamadas à santidade. Já é tempo de colocar sobre o candelabro a vida de santidade das famílias verdadeiramente cristãs, para poderem iluminar as nossas dificuldades na educação dos nossos filhos, as nossas escolhas diárias, as nossas lutas e as nossas vitórias.

O sínodo irá trazer-nos algumas respostas pastorais sobre vários assuntos relacionados com as famílias modernas, segundo espero; mas eu desejo que, acima de tudo, nos aponte caminhos de santidade, nunca baixando a fasquia que nos faz pular alto e alcançar a verdadeira felicidade do Céu!

 

 

 

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publicado às 06:46

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