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Pedido de oração

por Teresa Power, em 07.11.15

Um pequeno post apenas com uma palavra: oração.

A bebé da nossa querida Olívia (Adotar Amar Viver) nasceu, mas o parto foi difícil e a bebé teve uma paragem cardio-respiratória. Está na incubadora, com o coração muito fraquinho, a lutar pela vida. Deus conta com as nossas orações! A bebé Lúcia é uma Bebé de Caná, concebida desde o início no espírito de Caná, onde a vida é a grande festa do amor de Deus. Rezemos por ela e pela sua família! Ofereçamos por ela todos os nossos sacrifícios e orações de hoje! Vejam lá se não é bonita...

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Senhor, enche a pequena Lúcia da tua luz! Toca-a com o teu toque de amor e cura-a agora! Ámen.

 

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publicado às 12:25

Rabiscos

por Teresa Power, em 06.11.15

A Sara olhou para mim com um sorriso triunfante.

- Está lindo, mãe? Olha!

Olhei. Querem ver também?

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- Está lindo, Sara! - Respondi. E com uma série de exclamações, elogiei dignamente os rabiscos que me eram assim apresentados. Feliz, a Sara estendeu-me o desenho:

- Toma, é para ti!

Enquanto o colava na parede da cozinha, onde ficou a fazer companhia a quinhentos outros desenhos de várias épocas e de vários filhos, eu pensava...

Que "desenhos" ofereço eu a Deus? Certamente a minha vida não tem a qualidade artística dos santos... Talvez os meus desenhos não passem de rabiscos na folha branca que o Senhor me oferece em cada manhã, para eu encher de cor e de beleza. Que importa? Se eu sou capaz de sorrir perante os rabiscos da minha filha, não será o Senhor capaz de sorrir perante os meus rabiscos infantis? Certamente que lhe agradarão as minhas vãs tentativas de perfeição se, como a Sara, eu lhas oferecer com muito amor. Dizia a Madre Teresa de Calcutá: "Nós não fazemos grandes coisas: fazemos pequenas coisas com um grande amor." E S. Paulo explicava:

 

"Ainda que eu fale a lingua dos homens e dos anjos,

se não tiver amor,

sou como um címbalo que soa...

Ainda que eu tenha fé capaz de transportar montanhas,

se não tiver amor,

de nada me vale..." (1Cor 13)

 

Senhor, esta manhã quero agradecer-te pela folha em branco que me ofereces, pelas cores e pelas ideias que colocas à minha disposição, pelo tempo que me dás para eu fazer o meu desenho. Senhor, aceita os meus rabiscos, porque apesar de muito fracos, são feitos com um grande amor... Ámen!

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publicado às 06:00

Andorinhas

por Teresa Power, em 05.11.15

- Mãe, mãe, vem cá fora depressa! Olha para o céu!

São oito horas da manhã e é suposto os meus filhos estarem todos sentados dentro do carro, prontos para irem à escola. Contudo, quando corro para o pátio, estão todos a olhar para o céu. Levanto também eu os meus olhos, e eis o que vejo:

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Um após outro, bandos de andorinhas cruzam os ares. São centenas, talvez milhares de aves que deslizam no céu, como um exército em ordem de batalha. Parece que todas as andorinhas do mundo decidiram partir ao mesmo tempo. Ficamos em silêncio diante da grandiosidade do milagre que a manhã nos apresenta.

- Meninos, agora toca a entrar no carro, para não nos atrasarmos! - Digo, interrompendo a contemplação.

Durante a curta viagem para a escola, e depois da nossa oração da manhã, falamos de andorinhas.

- Mamã, para onde vão elas?

- Para longe, para muito longe, António.

- Vão para África, não é mãe?

- Sim, David.

- O professor explicou-nos! Ele disse que a andorinha da frente tem de aguentar com o vento todo, e por isso o seu trabalho é o mais difícil. Assim, elas vão dando a vez umas às outras.

- Ah, eu consegui ver duas andorinhas a trocar de posição!

- Viste mesmo, Lúcia? Uau, tens visão de águia!

- Estás a mentir!

- Não estou nada!

- Pronto, pronto, deixem a Lúcia em paz.

- Mamã, e como é que elas sabem que têm de ir para África? Quer dizer, como é que elas sabem todas ao mesmo tempo?

- Sendo o Criador de todas as coisas, Deus arranjou formas diferentes para que as suas criaturas pudessem conhecer e fazer a sua vontade. Às andorinhas, como a todos os animais, Deus ofereceu uma coisa chamada instinto. Deus inscreveu nos seus genes a sua vontade, e elas não precisam de pensar, nem de estudar, nem de terem lições para aprender o que quer que seja. Nenhuma andorinha precisa de ir à escola pra aprender a fazer um ninho, ou para saber quando são horas de partir. Elas fazem a vontade do seu Criador simplesmente por instinto.

- Que sorte!

- Nós também temos um bocadinho de instinto, não é, mãe?

- Sim, Clarinha, um bocadinho. Temos por exemplo o instinto maternal, que nos faz ter uma ligação imediata ao bebé que nasce, etc. Mas o ser humano tem uma dose muito pequena de instinto.

- Porquê?

- Porque a nós, Deus deu-nos o maior dos dons: a liberdade. Somos livres de cumprir ou não a sua vontade. 

- E podemos saber qual a vontade de Deus?

- Claro! Foi para isso que Deus nos dotou de inteligência e da capacidade de escutar a sua voz.

- Ah!

Chegamos ao colégio. Os meninos saem do carro e correm para as suas aulas, porque são crianças e não andorinhas. Eu continuo viagem até à minha escola e vou pensando nos bandos de passarinhos a cruzar os ares nesta manhã...

Penso na viagem do Povo de Deus através do deserto, e penso na "andorinha da frente", o grande Moisés. Antes de morrer, Moisés falou ao seu povo e deu-lhe as suas últimas instruções. A Bíblia guardou-as nos últimos capítulos do Deuteronómio. Que texto lindo! É, para mim, um dos textos mais belos da Bíblia, e leio-o muitas vezes. Hoje recordo em especial um parágrafo:

 

"Ponho diante de vós a vida e a morte, a bênção e a maldição. Escolhe a vida para viveres, tu e a tua descendência, amando o Senhor, teu Deus, escutando a sua voz e apegando-te a Ele, porque Ele é a tua vida e prolongará os teus dias para habitares na terra, que o Senhor jurou que havia de dar a teus pais, Abraão, Isaac e Jacob." (Dt 30, 19-20)

 

Estaciono na minha escola. Posso, agora mesmo, escolher a bênção, a alegria, a paz, a vida... Posso, agora mesmo, escutar a voz que me desafia a partir, a não fazer aqui morada permanente, a não me deixar perturbar... É o voo de hoje que começa.

 

 

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publicado às 06:00

O passarinho e a porta estreita

por Teresa Power, em 04.11.15

Solenidade de Todos os Santos. A missa é verdadeiramente festiva e solene, com direito a incenso e a procissão de entrada. Ao microfone, canto a plenos pulmões a alegria dos santos no céu. 

É então que me apercebo de um leve bater de asas por sobre a minha cabeça: levantando os olhos, vejo um pequeno passarinho, muito assustado, esvoaçando sem parar. Como terá ele entrado na igreja? Certamente terá encontrado a porta principal - larga, espaçosa - aberta... Mas agora a porta já está fechada, a missa vai começar, e a pobre avezinha não tem como sair para o céu azul.

Durante toda a Eucaristia, o passarinho esvoaça no santuário, triste prisioneiro entre quatro paredes de pedra. Os vitrais podem ser belíssimos, a música animada, mas ele não está minimamente interessado: o seu único intento é encontrar a saída para a sua liberdade e o seu céu...

Finalmente, a missa termina. A porta principal do santuário continua fechada, mas as portas laterais, mais estreitas, abrem-se para as pessoas passarem, e no meio da confusão, deixo de ver o passarinho. Certamente aproveitou o abrir da porta para também ele sair... Afinal, mesmo aflito, conseguiu passar pela porta estreita que conduz à liberdade, tão diferente da porta larga e espaçosa que o fez prisioneiro, uma hora antes. Já diz o Evangelho:

 

 "Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que seguem por ele. Mas estreita é a porta e apertado o caminho que conduz à Vida, e como são poucos os que o encontram!" (Mt 7, 13-14)

 

Durante a eucaristia, dei comigo várias vezes a meditar neste mistério. Também eu me sinto muitas e muitas vezes como um passarinho prisioneiro numa gaiola dourada. Que me interessam todas as coisas da Terra? Que me importam todas as honras dos homens? A única coisa que realmente me atrai é o Céu... Disse Santo Agostinho: "Criaste-nos para Vós, Senhor, e o nosso coração está inquieto enquanto não repousar em Vós." Como é verdade!

Ah, possa eu sempre encontrar a porta estreita que me leva a Deus, como os santos que neste dia celebrávamos, e que vivem agora tão felizes, tão felizes, tão imensamente felizes...

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 Amen!

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publicado às 06:00

Comunhão dos santos

por Teresa Power, em 03.11.15

A grande festa de Todos os Santos é para nós também a grande festa do Tomás. Na verdade, o Tomás é santo e festeja no céu a alegria dos Filhos de Deus. Que grande honra para nós, termos um filho que já alcançou a felicidade eterna! Tão pequenino, e já na posse do Reino... É um mistério que nos enche de espanto.

O túmulo do Tomás não está em Mogofores, mas na Gafanha da Encarnação, onde nós vivíamos na altura. De vez em quando, o Niall visita-o à hora de almoço, pois a Gafanha fica entre Aveiro e a praia, e a brisa suave por entre os pinheiros é um ótimo antídoto para o stress diário do Niall no seu local de trabalho. Mas eu raramente tenho oportunidade de ir ao cemitério.

Num dia do verão passado, a caminho da praia, visitei com os meninos o túmulo do Tomás. Não havia ninguém, cheirava a maresia e nós estávamos muito felizes. Esta fotografia foi tirada então:

túmulo do Tomás 1.JPG

Nestes dias santos não sinto necessidade de visitar o túmulo do Tomás. A festa de Todos os Santos faz-me mergulhar de tal forma na felicidade do Céu, na alegria dos santos, na festa dançante do Reino, que me custa olhar para a pedra fria e imaginar o caixãozinho branco que vi descer numa grande cova, naquele dia longínquo de 2006. Geralmente, é a minha mãe que visita o túmulo nesta altura para o adornar de flores frescas e para colocar nele uma velinha.

Este ano, como já tem acontecido nos últimos anos, a minha mãe chegou ao túmulo e viu-o perfeitamente limpo e arranjado, com flores lindíssimas. Telefonou-me e imediato. Quem será que, ano após ano, toma a seu cargo esta doce e nobre tarefa, sem ninguém lhe pedir? Antigos vizinhos? Velhos amigos? Não sabemos. Mas já hoje pedi ao Senhor a sua bênção sobre esta pessoa generosa, que no silêncio nos dá tão doce alegria. Ela vive a bem-aventurança do Evangelho:

 

"Quando deres esmola, não saiba a tua mão direita o que fez a esquerda, a fim de que a tua esmola permaneça em segredo; e o teu Pai, que vê o que está escondido, não te deixará sem recompensa." (Mt 6, 3-4)

 

Quanto a mim, festejei a vida e a santidade do meu filho da forma habitual: durante a Eucaristia, quando o sacerdote iniciou a grande oração eucarística, eu soube com toda a certeza que o Tomás estava ali, diante do altar, com o seu olhar azul e o seu sorriso límpido, louvando e adorando comigo Jesus-Eucaristia. E quando o senhor padre rezou: "com todos os anjos e santos, cantamos a uma só voz..." eu cantei a uma só voz com ele. É o maravilhoso mistério da comunhão dos santos, que faz de todos nós, vivos e defuntos, uma única família. Nós pensamos que o céu fica lá longe, e ele está tão próximo... Não foi Jesus quem o disse?

 

"O Reino de Deus está próximo!" (Mc 1, 15)

 

Scott-Hahn, autor americano que vivamente recomendo, interpreta assim esta frase, no seu magnífico livro The Lamb's Supper: "Sim, o Reino de Deus está próximo: tão próximo quanto a igreja paroquial mais perto de ti." E continua: "Nós vamos ao céu - não só quando morremos, mas sempre que vamos à missa."

Tomás, que todos os domingos te juntas a nós diante do altar, reza pela tua família! Ámen.

 

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publicado às 06:00

A nossa festa de Todos os Santos

por Teresa Power, em 02.11.15

- Meninos, meninos, hoje é o dia da nossa grande festa!

- Festa do pijama?

Gargalhadas:

- Bem, Sara, acho que sim, que será uma festa de pijama...

- ... mas não do pijama! É a festa dos Santos, não é, mãe?

- Sim, claro! Como todos os anos! Vamos preparar-nos.

- Eu vou fazer bolinhos!

- Boa, Clarinha. Quem ajuda?

- Eu! Eu!

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Durante toda a tarde de sábado dia 31, depois da catequese, os meninos vão preparando a festa desta grande noite de Véspera de Todos os Santos. 

Chega a noite. Da cozinha vem um cheirinho delicioso - ter filhas que gostam de fazer bolos é uma grande bênção! Entretanto, lá fora, o pai acende a churrasqueira à luz das estrelas, com a ajuda do António. Que alegria! Hoje o jantar é especial!

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Está tudo pronto. Podemos começar a festa? Vamos começar! 

- Mãe Sara, a senhora já está vestida?

A Sara está linda, com o seu vestido de princesa. Afinal, a mulher de Abraão é a grande matriarca do povo de Deus! Sara está à porta da sua casa, com "Abraão". Lá fora, na noite, três "anjos disfarçados" aproximam-se e dão a "Abraão" a grande notícia:

 

"'Passarei novamente pela tua casa dentro de um ano, nesta mesma época; e Sara, tua mulher, terá já um filho' Ora Sara estava a escutar à entrada da tenda, mesmo por detrás de Abraão. Abraão e Sara eram já velhos e Sara já não estava em idade de ter filhos. Sara riu-se consigo mesma." (Gn 17, 10-11)

 

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- Sara, agora tens de rir! - Segreda-lhe o Francisco. A Sara dá uma grande gargalhada, e logo um dos "anjos" lhe coloca nos braços o seu "Isaac". A voz da "narradora" continua a contar:

 

"Sara disse: 'Deus concedeu-me uma alegria, e todos quantos o souberem, alegrar-se-ão comigo." (Gn 21, 6)

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- Viva a Sara! Viva a Mãe Sara! Olhem para as estrelas, se as conseguirem contar! Assim serão os descendentes de Abraão e Sara, até aos dias de hoje, e mais, e mais... Como Deus é grande!

 

A mesa está posta, a sopa servida, o churrasco pronto. Entramos em casa para continuarmos a nossa festa, tagarelando alegremente e partilhando uma magnífica refeição. Para terminar, claro, os bolinhos da Clarinha e alguns marshmallows, que parecem saidos da infância irlandesa do Niall.

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Que delícia! E agora? Agora é correr para a garagem! Há amendoins para todos:

 

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 E há um magnífico jogo à espera!

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 Ena, tantas gargalhadas! Bem, para comer mesmo a maçã, e depois de muitas tentativas falhadas, tem de ser assim:

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 - Agora mais um jogo! - Anuncia o Niall, para quem a noite de hoje traz belíssimas recordações de infância - O desafio é conseguir chegar de um lado ao outro da carpete, empurrando uma noz com... o nariz! Prontos?

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No meio de tanta animação, é difícil empurrar a noz, mas ninguém desiste. A Sara é a última a chegar, mas a primeira na alegria!

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 E finalmente, acendemos as velas do Canto de Oração. Chegou a hora da Palavra, que hoje é diferente: à vez, cada um dos meninos irá contar a história do seu santo padroeiro. Todos correm a preparar os últimos detalhes. Ora digam lá se os quatro mais novos não estão vestidos a rigor (mesmo que sob os disfarces tenham os pijamas, ou não fosse esta uma festa de pijama...):

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 O Francisco é o primeiro a contar a sua história. Pelo meio, presenteia-nos com um truque de ilusionismo, fazendo surgir do nada o crucifixo de S. Damião:

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 A Clarinha fala-nos de Santa Clara, e conta aos irmãos o episódio que faz de Clara a padroeira da televisão. A conclusão do David é que ver televisão homenageia santa Clara, e portanto, nós devíamos ver mais. Gargalhadas...

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 O David narra com precisão o episódio em que o pastorinho David vence o gigante Golias. Os irmãos escutam muito atentos.

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 A Lúcia não quer contar a história da Irmã Lúcia, mas está disposta a representá-la. Ótimo! A mãe é boa narradora, e a Lúcia demonstra ser muito boa atriz!

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 E o António? Bem, o António está praticamente a dormir no sofá, depois de tantas histórias... Resta-nos contar entre nós o episódio em que Santo António prega aos peixinhos. Sentimo-nos um bocadinho como ele em relação ao nosso António :)

O dia chega ao fim. A beleza desta noite santa preenche todos os espaços vazios das nossas almas e alimenta a nossa fome de amor. Tudo nos fala de alegria, de paz, de santidade, de Deus. A noite que prepara o grande Dia de Todos os Santos não pode ter vestígios de fealdade ou de escuridão. Nós, cristãos, temos uma longa experiência de cristianização das festas pagãs, a começar pelas próprias festas da Páscoa e do Natal, e o Halloween não deverá ser exceção. No céu, certamente, esta festa é só feita de luz!

As velas estão acesas. Quase a dormir, ainda conseguimos rezar juntos o terço, experimentando um conforto suave na presença uns dos outros. Por fim, invocamos os nossos santos padroeiros, como costume, e prolongamos as invocações, invocando santo após santo até não nos lembrarmos de mais...

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 Um dia, se Deus quiser, também nós faremos parte desta "multidão enorme que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas. Estavam de pé com túnicas brancas diante do trono e diante do Cordeiro, e com palmas na mão." (Ap 7, 9)

Ámen!

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